Os quatro homens mais importantes do deserto...

 

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Descalça as sandálias dos teus pés, pois o lugar em que estás é santo. E Josué fez assim.” Josué 5. 15

O possuidor, Josué.

Coisas do deserto... a bênção tinha que ser valorizada, pois vinha direto das mãos de Deus, era algo santo. Quando Josué e os israelitas aproximaram-se de Jericó, foi necessário um milagre para derrubar as muralhas.  Josué abraçado na promessa de Deus “que como tinha sido com Moisés seria com ele”, foi com tudo pra cima de Jericó.  Nas batalhas seguintes, vemos Josué sendo vencido já na primeira, contra Ai... ao receber a noticia da derrota, Josué prostrou o rosto em terra e assim ficou... o povo havia pecado, terrivelmente, acolhendo dentro de seu arraial coisas amaldiçoadas. A derrota foi o julgamento de Deus. O Senhor então, olhou pra Josué e mandou que ele parasse de orar e reagisse... Josué parou de orar e foi santificar. Josué tinha perfil de guerreiro. Ao mandar Deus que Josué levantasse, Ele simplesmente estava dizendo: Josué, seja você! Eu te escolhi pelas qualidades que você tem de lutar, guerrear e liderar esse povo para tomar posse do que é deles. Vá lá e lidere!!! Prostração não pode ser atitude de quem tem promessa. Prostração não pode ser atitude de quem tem terra para possuir!!!  Após o pecado ter sido tirado do meio do povo, Deus falou poderosamente e fez promessas de vitórias, assegurando-os a aliança e dando um plano magnífico para a tomada de Ai. Josué, obedientemente, pôs em prática. Orar e obedecer, transforma derrotas frustrantes em vitórias inesquecíveis. Josué era competente o suficiente para ser o escolhido de Deus, substituto de Moisés, para o último estágio da saga à terra prometida. Porém, ele precisou aprender a liderar antes de guerrear. Liderar a si mesmo... pois ele não ficou sabendo do pecado, antes da guerra, por não ter consultado primeiro a Deus. Se orasse antes... não teria perdido a batalha. Um grande homem, antes de qualquer batalha, precisa ser um grande servo. Josué aprendeu a lição! A prova cabal disso, foi a renovação da aliança que ele fez com Deus em nome de sua família e consequentemente, do  povo.  E as vitórias, todas elas, foram registradas no livro, com uma pequena referência: “...porque o Senhor, o Deus de Israel, pelejava por Israel.” Podemos verificar que na vida desse homem, possuidor de promessas, o fundamental foi ser um homem de oração e obediência. Saber a importância de ambos e a hora certa de cada uma delas... foi essencial para a vitória! Orar revela o plano de Deus. Obedecer, chama à existência esse plano.

Pela cruz de Cristo, Maristela Guimarães.

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