Em 2016... MARA, nunca mais!





O que a mão de Deus faz e opera, em nossas vidas, será na mesma proporção com que escolhermos suas divinas obras.








De 2011, até hoje, confesso que enfrentei alguns desertos, encontrando águas amargas. Lembro-me bem que até postei uma mensagem sobre "Quando o amargo vira doce e o doce vira amargo."  Aprendi com cada experiência. Decidi que amargura não seria minha marca e realmente, não é! Sofri a amargura de outros, cuidei inclusive de alguns... hoje, creio que esse ciclo acabou. 
Um novo tempo já se começa pra mim. E profetizo que sobre sua vida, também! Creia! 
A narrativa sobre Mara, no texto, afirma que os israelitas estiveram vagando no deserto por três dias sem água.   Mara possuía água, porém, ela era amarga, o que a tornava imprópria para consumo, nome que significa amargura. Quando os israelitas chegaram lá, reclamaram sobre a impossibilidade de se beber aquela água.  Desta forma, Moisés clamou a Yahweh e Ele respondeu, mostrando ao libertador um certo pedaço de madeira, que então lançando-o na água, tornou-a doce e própria para beber.  

O que queremos considerar nessa postagem: 

A água era tudo o que o povo queria muito... mas não estava adequada para o uso naquele momento. Precisava de uma mudança. Seu estado natural tinha que ser alterado. Ela precisava de um toque especial. 
Não! Deus não estava brincando com seu povo. Deus nunca brinca! 
Sim, eram muitos dias pelo deserto sem água. Eram muitas pessoas sedentas. E era somente um líder pra dar respostas às murmurações do povo. Deus sabia da existência de Mara no deserto rumo à Canaã. Ela não estava lá à toa.  Deus conhece seu povo. Ele sabia que Mara existia, também, no deserto íntimo de cada judeu livre. Eles precisavam ser provados... Não era somente as águas de Mara que eram amargas. As palavras daquele povo a Moisés. As manifestações de ira, raiva e amargura... as murmurações pelo deserto. Aprendo aqui e considero:

Pessoas amargas cobram demais e doam-se de menos. Elas nunca são generosas e agradecidas. A amargura inibe a visão correta de Deus agindo, e  do seu cuidado. Ela fortalece a autopiedade, desenvolve insegurança e alimenta a miséria da alma. 

Eles ainda não entendiam nada do amor de Deus. Suas almas carregavam a amargura da escravidão. Livres, fisicamente, do Egito mas ainda, escravos, emocionalmente.Uma bagagem muito pesada para um deserto!! Eles não se viam possuidores mas, oprimidos. Primeiramente, Deus precisou conquistá-los para depois fazê-los, conquistadores. E outros desertos tiveram que enfrentar... novas murmurações, e claro, muita amargura.  Tanta, que a geração que entrou pelo deserto não foi a mesma que conquistou Canaã. 

Amargura é lixo...
Esvazie sua bagagem e entre em 2016 com fé de que Deus está no controle de tudo!
Desertos podem até aparecer porém, MARA... nunca mais!
Pela cruz de Cristo, Maristela Guimarães.

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